sexta-feira, 8 de julho de 2011

Após as férias cá estou.




 Cá estou após estas férias quase de inverno(tempo esquesito este)e com algumas noticias sobre algumas vitórias que entretanto aconteceram.
 Quero realçar logo a primeira grande vitória que a direcção do stad obteve sobre a iberlim,mesmo de férias fui assistir ao julgamento,este ataque não é só sobre a direcção sindical,este ataque é um ataque a todos nós,é a intimidação, é um aviso a todos os trabalhadores,para que se deixem amedrontar,por isso é muito importante que os trabalhadores saibam desta importante vitória.
 A  União dos Sindicatos de Lisboa já deu noticia sobre o assunto,na sua página,por isso aqui vou reproduzir,espero que a direcção faça um comunicado sobre esta vitória.
 De realçar ainda outra vitória,sobre a empresa Prestibel
O Stad irá editar um comunicado sobre esta importante vitória(devolução da caução).

TRIBUNAL CRIMINAL ABSOLVE DIRIGENTES DO STAD!

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stad_lutaOs dirigentes sindicais do STAD (portaria e vigilância) que foram alvo de um processo crime, levantado pela empresa IBERLIM e que foram julgados no tribunal criminal, foram absolvidos das duas acusações. Foi uma grande VITÒRIA do STAD e de todo o movimento sindical.

Vale a pena lutar!
Pelo direito à igualdade salarial!
Pelo direito à informação!
Pelo direito à liberdade sindical!
A IBERLIM levantou Processo-crime a dirigentes do STAD, que foram a julgamento por exigirem direitos iguais.

Estes dirigentes foram alvo de um processo-crime por parte da empresa IBERLIM por denunciarem esta e outras empresas quanto à não aplicação da portaria de extensão a todos os trabalhadores do sector da limpeza.

O STAD solicitou ao Ministério do trabalho a aplicação da portaria de extensão para os salários do CCT da limpeza acordado com a FETESE e assinado em 2008.

O ministério da Trabalho fez sair a portaria de extensão para todos os trabalhadores do sector em Dezembro desse ano. Esta portaria deveria ser aplicada em Janeiro de 2009, onde as várias empresas do sector deveriam pagar os retroactivos de 14 meses no espaço de 6 meses.

Face a tal incumprimento, o STAD editou três comunicados a divulgar e a denunciar, o nome de algumas empresas, que se recusavam a cumprir a decisão do Ministério, onde entre elas constava a IBERLIM.

Em Fevereiro 2010 a associação das empresas prestadoras de serviços de limpeza APFS e também algumas empresas do sector incluindo a IBERLIM por se recusarem a cumprir tal decisão, colocam uma providência cautelar para impedir a aplicação daquela portaria.

Não conformados com a portaria, a IBERLIM, deliberadamente coloca um processo-crime contra três Dirigentes do STAD: Vivalda Silva, Francisco Corredoura e Carlos Trindade evitando o confronto sindical, numa clara manobra de perseguição sindical (até porque dois destes dirigentes são trabalhadores da referida empresa).

Com esta sentença pôs-se fim a uma clara e notória perseguição sindical como forma de intimidar todos os outros trabalhadores.

Ainda no campo judicial,uma dirigente sindical da cimpor,que tinha sido despedida também ganhou em tribunal

TRIBUNAL CRIMINAL ABSOLVE DIRIGENTES DO STAD!

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stad_lutaOs dirigentes sindicais do STAD (portaria e vigilância) que foram alvo de um processo crime, levantado pela empresa IBERLIM e que foram julgados no tribunal criminal, foram absolvidos das duas acusações. Foi uma grande VITÒRIA do STAD e de todo o movimento sindical.

Vale a pena lutar!
Pelo direito à igualdade salarial!
Pelo direito à informação!
Pelo direito à liberdade sindical!
A IBERLIM levantou Processo-crime a dirigentes do STAD, que foram a julgamento por exigirem direitos iguais.

Estes dirigentes foram alvo de um processo-crime por parte da empresa IBERLIM por denunciarem esta e outras empresas quanto à não aplicação da portaria de extensão a todos os trabalhadores do sector da limpeza.

O STAD solicitou ao Ministério do trabalho a aplicação da portaria de extensão para os salários do CCT da limpeza acordado com a FETESE e assinado em 2008.

O ministério da Trabalho fez sair a portaria de extensão para todos os trabalhadores do sector em Dezembro desse ano. Esta portaria deveria ser aplicada em Janeiro de 2009, onde as várias empresas do sector deveriam pagar os retroactivos de 14 meses no espaço de 6 meses.

Face a tal incumprimento, o STAD editou três comunicados a divulgar e a denunciar, o nome de algumas empresas, que se recusavam a cumprir a decisão do Ministério, onde entre elas constava a IBERLIM.

Em Fevereiro 2010 a associação das empresas prestadoras de serviços de limpeza APFS e também algumas empresas do sector incluindo a IBERLIM por se recusarem a cumprir tal decisão, colocam uma providência cautelar para impedir a aplicação daquela portaria.

Não conformados com a portaria, a IBERLIM, deliberadamente coloca um processo-crime contra três Dirigentes do STAD: Vivalda Silva, Francisco Corredoura e Carlos Trindade evitando o confronto sindical, numa clara manobra de perseguição sindical (até porque dois destes dirigentes são trabalhadores da referida empresa).

Com esta sentença pôs-se fim a uma clara e notória perseguição sindical como forma de intimidar todos os outros trabalhadores.

DIRIGENTE SINDICAL QUE FOI ALVO DE DESPEDIMENTO,GANHOU NA JUSTIÇA.
  Fátima Messias reintegrada na Cimpor por decisão do Supremo                                                                              
 A dirigente da CGTP-IN Fátima Messias apresentou-se na Cimpor para trabalhar, no dia 4 de Outubro, depois do Supremo Tribunal de Justiça ter confirmado que o seu despedimento não teve justa causa. Fátima Messias, membro da Comissão Executiva da CGTP-IN e dirigente da Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro, tinha sido despedida pela Cimpor em 2005. Logo nessa altura a CGTP-IN considerou o despedimento claramente ilegal, entendido como um acto retaliatório pela actividade sindical desenvolvida pela dirigente e como medida destinada a enfraquecer a organização dos trabalhadores daquela empresa por via da intimidação. pdf Acordão do Supremo Tribunal de Justiça

http://dn.sapo.pt/Inicio/interior.aspx?content_id=1677905
Lisboa, 04 out (Lusa) - A dirigente da CGTP Fátima Messias vai apresentar-se hoje na Cimpor para trabalhar depois do Supremo Tribunal de Justiça ter confirmado que o seu despedimento não teve justa causa, o que obriga à sua reintegração na empresa.
Fátima Messias, da Comissão Executiva da Intersindical, disse à agência Lusa que vai comparecer no seu local de trabalho, no centro de produção de Alhandra, para voltar a ocupar o seu posto de trabalho, que perdeu há cinco anos, dado que o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a sentença do Tribunal da Relação, da qual a empresa recorreu.
"O STJ manteve a sentença da Relação que dizia que o meu despedimento foi sem justa causa", disse a sindicalista acrescentando que o acordão do tribunal obriga a Cimpor a reintegrá-la e a pagar-lhe uma indemnização de 5.000 euros por danos morais.

Mais outra vitória,esta se refere a uma vitória sobre a Caixa Geral Depósitos.
O que a caixa fez,quase todas as empresas fazem,reprimir os trabalhadores que têm coragem,para lutarem.

Caixa Geral de Depósitos condenada por violação do Direito da Greve
 Na sequência de uma queixa apresentada pelo STEC – Sindicato do Grupo Caixa Geral de Depósitos, SA - o Tribunal do Barreiro condenou a Caixa Geral de Depósitos, no pagamento de uma multa de 25000€ por violação do direito de greve. O que esteve em apreciação foi a substituição de trabalhadores em greve durante a Greve Geral convocada pela CGTP-IN. Durante essa greve a Caixa Geral de Depósitos fez deslocar para uma das suas agências um trabalhador não aderente à greve geral, com a finalidade de manter o funcionamento normal dessa agência.
A decisão ora tomada pelo Tribunal do Barreiro não é inédita, mas não deixa de ser importante na medida em que veio lembrar que o direito de greve, enquanto direito constitucional e estruturante das relações colectivas de trabalho, tem regras que não podem ser violadas.
A decisão em causa constituiu, ainda, uma alerta aos trabalhadores para a necessidade de conhecer os seus direitos, de não deixarem de exigir o confronto das mesmas junto das suas entidades patronais e em caso de incompatibilidade, junto da ACT (IGT) e dos tribunais.
A passividade é o maior inimigo do estado de direito e da justiça em relações de trabalho.

Com este novo governo,a luta ainda vai ser mais difícil,a prova ai está,a primeira medida que eles tomaram foi logo o «roubar»nos nossos direitos,neste caso o nosso subsídio de natal

«UNIDOS NA LUTA»