domingo, 27 de dezembro de 2015

reportagem porto canal-concentração dos vigilantes




TRABALHADORES ESTÃO EM LUTA PELO SEU CCT!
TRABALHADORES NÃO ACEITAM,O CCT/PATRONATO/FETESE
QUE LHES ROUBA OS FERIADOS AS HORAS NOCTURNAS E OUTROS DIREITOS





«UNIDOS NA LUTA»

sábado, 26 de dezembro de 2015

Sem luta,nada se consegue!







CONCENTRAÇÃO DE SEGURANÇAS E VIFILANTES NA ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS DE SEGURANÇAIniciou-se hoje a greve dos trabalhadores da vigilância privada e que se prolonga durante o dia de amanhã, estendendo-se depois durante as horas extraordinárias e dias feriados. Na concentração frente à Associação das Empresas de Segurança participaram dezenas de trabalhadores da Zona de Lisboa que exigiram, mais uma vez, a negociação séria por parte da entidade patronal do Contrato colectivo de trabalho, os patrões querem eliminar direitos existentes no CCT, e propõem aumentos de miséria, algo que os trabalhadores não aceitam. A exigência de aumentos justos, o que não acontece desde 2012, do respeito pelo direito à vida familiar e pessoal e pelas 8 horas de trabalho, assim como uma negociação da revisão do CCT rápida e séria, fora exiggências que se fizeram ouvir durante toda a manhã na concentração.





«UNIDOS NA LUTA»

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Começa a faltar dinheiro,nas caixas multibanco.

                              A nossa luta vai continuar!!

Começam a chegar as fotos e noticias da nossa greve,e mais uma vez os trabalhadores da Vigilância do norte do país se mobilizaram em força.
                            AQUI AS FOTOS DA CONCENTRAÇÃO 
                      JUNTO DAS INSTALAÇÕES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO NA CIDADE DO PORTO!
                                     Atenção começa a faltar dinheiro
                                            nos multibancos!!








«UNIDOS NA LUTA»

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Quem perde é o vigilante.



Mais um ano que chega ao final e mais uma vez,muitos clientes trocam de empresa,e com as trocas,quem perde são os vigilantes.
    E com um exemplo que vai acontecer hoje dia 18,como todos sabemos a STRONG,não é uma empresa,que respeite o CCT/STAD,e ao ganhar a REFER,vai querer que os vigilantes,que transitam do GRUPO 8,lhes seja aplicado o CCT/PATRONATO/FETESE,que é lesivo para os trabalhadores da vigilância.





«UNIDOS NA LUTA»

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

A Ronsegur têm que cumprir as leis!!!

A Ronsegur têm que cumprir as leis!!!






DUAS IMPORTANTES INFORMAÇÕES AOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS VIGILANTES DA
RONSEGUR:
• GRANDE VITÓRIA - O TRIBUNAL RECUSOU A ACÇÃO METIDA PELA RONSEGUR CONTRA O STAD!
• A RONSEGUR VIOLA A LEI E O CCT E RECUSA QUALQUER ACORDO PARA REPOR A LEGALIDADE!






«UNIDOS NA LUTA»

domingo, 13 de dezembro de 2015

Ilegalidades de empresas de segurança privada,lesa o estado e os trabalhadores!!



Quem sai mais roubado,são os trabalhadores!!


Ilegalidades de empresas de segurança privada lesam Estado em mais de 50 milhões


Empresas de segurança privada em Portugal estão a cometer ilegalidades, praticando custos da mão-de-obra abaixo do valor mínimo legal, trabalho não declarado e má fiscalização, lesando o Estado em mais de 50 milhões de euros.
O estudo, a que a agência Lusa teve acesso, foi realizado pelo Eurogroup Consulting - Consultoria em Gestão para a Associação de Empresas de Segurança (AES, associação de empregadores) e conclui que "no setor da segurança privada, e em particular no segmento da vigilância humana, verificam-se práticas não conformes à legislação laboral e fiscal, com prejuízo para os trabalhadores e as contas do Estado".
O comunicado da AES refere que o estudo mostra que "'dumping' (preços abaixo do custo mínimo legal), trabalho não declarado e má fiscalização lesam Estado em mais de 50 milhões de euros", detalhando que, se as práticas de empresas fossem conformes à legislação, o Estado arrecadaria em impostos e taxas 276 milhões de euros, mais 54 milhões do que atualmente.
A investigação do Eurogroup Consulting - Consultoria em Gestão reforça ainda que o custo anual do incumprimento (perdas potenciais de receitas) "totaliza no mínimo 54 milhões de euros, resultantes de 30 milhões de euros relativos a arrecadações de impostos não realizados (IRC excluído) e 24 milhões de euros atribuídos em subsídios de desemprego".
O volume de negócios e número de efetivos do setor, que atualmente atingem os 40 mil, têm vindo a cair a um ritmo superior ao do Produto Interno bruto (PIB), que tinha atingido a sua maior redução entre 2011 e 2012, na ordem dos 4,03%, refere o estudo.
O trabalho não declarado no setor da vigilância humana traduz-se num prejuízo anual para o Estado que pode chegar a 98 milhões de euros, segundo as contas feitas no estudo.
Por outro lado, indica que os preços praticados no setor público também têm descido, "sendo sistematicamente inferiores ao custo mínimo legal, com mão-de-obra identificada, segundo recomendação de 2012 da Autoridade para as Condições de Trabalho, o que configura a prática ilícita de 'dumping'" e uma situação "que tem vindo a deteriorar-se".
O documento especifica que nestes preços estão considerados o vencimento mínimo, as horas extras e as horas noturnas, os subsídios de férias e Natal, o subsídio de alimentação e a Taxa Social Única (TSU).
Como exemplo, do total de vigilantes 59% realizam horas extras, sendo que destes 68% não está conforme com a lei quanto à forma de remuneração das horas extra.
"A prática destes preços resulta da adoção de um conjunto de desconformidades identificadas no terreno e que levam a uma espiral de incumprimento a que a ação inspetiva das autoridades competentes não têm dado resposta, por colocar demasiado foco em temas de natureza administrativa", diz o comunicado sobre o estudo.
O documento alerta por isso que, "a manter-se esta prática de preços, o grau de cumprimento da legislação laboral pelas empresas de vigilância humana tenderá a decrescer, como meio de assegurar a sua sobrevivência de curto prazo".







«UNIDOS NA LUTA»

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Strong«rouba»REFER ao Grupo 8





Já não é segredo,GRUPO 8 Perdeu a REFER para a STRONG,e estão em perigo os postos de trabalho de mais de 300 trabalhadores.







«UNIDOS NA LUTA»

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Abre a pestana,não podes ficar a ver passar os comboios!!


OS TRABALHADORES DA SEGURANÇA PRIVADA,NÃO PODEM FICAR A VER PASSAR OS COMBOIOS,A LUTA É O CAMINHO,NADA SE CONQUISTA SEM LUTA
The Enchanting Intensity if Moving Pictures
 
NÓS TRABALHADORES DA VIGILÂNCIA ESTÁTICA,ESTAMOS MAL HABITUADOS,MUITOS DE NÓS,ESTÃO SEMPRE NA RETRANCA,ESPERA QUE OS OUTROS(TVA,S)LUTEM E NÓS VAMOS COLHER OS FRUTOS DESSA LUTA,

   NÃO PODE SER,A LUTA TAMBÉM É NOSSA!!!


«UNIDOS NA LUTA»

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Vigilância privada em greve na véspera de Natal!



Vigilância privada em greve na véspera de Natal

01 Dezembro 2015
SDC13561Em luta por aumentos salariais e direitos laborais justos, entre outras reivindicações, os trabalhadores do sector da vigilância privada vão realizar uma greve nacional de 48 horas, nos dias 23 e 24 de Dezembro de 2015. Também farão greve às horas extraordinárias e aos feriados entre 11de Dezembro e 15 de Janeiro. No dia 23 de Dezembro os trabalhadores efectuam concentrações e Lisboa, de manhã, em junto à Associação das Empresas de Segurança, e à tarde, no Porto, junto ao edifício do Ministério do Trabalho, na Avenida de Boavista.








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