terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Porque a Strong,não paga,aos vigilantes,as horas nocturnas?

Todos no sector da segurança privada,se questionam,como é que esta empresa está a conseguir ganhar tantos novos clientes?
  Bem,basta ler este comunicado do sindicato e se desvenda um pouco esse mistério,da empresa ganhar os novos clientes,não cumpre o CCT,da vigilancia





AOS TRABALHADORES E VIGILANTES DA EMPRESA DE VIGILÂNCIA PRIVADA STRONG
 PORQUE A STRONG CONTINUA A NÃO PAGAR AS HORAS NOTURNAS DE ACORDO COM O CÓDIGO E O CONTRATO COLECTIVO, O STAD,
• JÁ INTENTOU UMA ACÇÃO CONTRA A STRONG EM TRIBUNAL DE TRABALHO;
• JÁ REQUEREU A INTERVENÇÃO URGENTE DA ACT (EX-IGT) AOS LOCAIS DE TRABALHO!

pdf COMUNICADO


«UNIDOS NA LUTA»

«O sindicato,não faz nada»




Os trabalhadores da segurança privada em Portugal,usam sempre a mesma cassete«o sindicato não faz nada»e que «lá fora,é que é bom,se ganha mais e tem regalias»Vamos aos factos.em frança aqui uns meses os vigilantes aeroportuários estiveram em greve,neste momento na Alemanha os vigilantes estão em luta também como prova esta noticia,na Espanha os vigilantes estão numa luta enorme,com manifestações greves,concentrações,porque as empresas de lá tal como cá se estão aproveitar da crise para lhes roubarem direitos.
E por cá,como vai a situação?Pior que nos outros países,porque os vigilantes nem querer saber!

Greve de seguranças paralisa aeroporto de Frankfurt  (foto AP)
Greve de seguranças paralisa aeroporto de Frankfurt
Por Redação

Devido à greve de cinco mil agentes de segurança privada, o aeroporto de Frankfurt está, esta sexta-feira, praticamente encerrando, funcionando apenas operações de transbordo de passageiros.

Segundo informação cedida pelo sindicato alemão do setor dos serviços, «Verdi», a paralisação, que começou às 2 horas locais, já obrigou ao cancelamento de 60 voos e continuará até às 23 horas locais (22 horas em Lisboa).

A Fraport, empresa responsável pela gestão do aeroporto de Frankfurt, já pediu aos passageiros que contactem as companhias aéreas para fazerem alterações de reservas de voos.

O «Verdi» reivindica um pagamento de 16 euros por hora para todo o pessoal de segurança, face aos salários variáveis entre 10 e 13 euros por hora praticados atualmente, e ajustes salariais também para os trabalhadores dos restantes serviços.
16:01 - 21-02-2014



«UNIDOS NA LUTA»

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Grande vitória.

Esta vitória foi alcançada pelos mineiros,mas é uma vitória de todos os trabalhadores porque o patronato actua quase sempre assim,seja onde for!

 

 

Somincor condenada por cortar prémios a quem participou em Greves Gerais

Tribunal da Relação de Lisboa condenou a Somincor a pagar com juros os prémios que a empresa recusou pagar aos trabalhadores que participaram nas greves gerais de 24 de novembro de 2011 e de 22 de março de 2012.
Artigo | 21 Fevereiro, 2014 - 16:57

Tribunal da Relação de Lisboa condenou a Somincor a pagar com juros os prémios que a empresa tinha cortado aos trabalhadores que paralisaram nas greves gerais
A Somincor paga mensalmente um prémio de produção em segurança, um adicional ao prémio de produção e um prémio de produtividade.
Em novembro de 2011 e em março de 2012, a empresa decidiu não pagar os prémios aos trabalhadores que participaram nas Greves Gerais. A Somincor argumentou que os trabalhadores não tinham direito a receber os prémios por não integrarem o conceito de retribuição e por ter ocorrido uma causa de exclusão da atribuição, prevista nas ordens de serviço que instituíram os prémios.
O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira (STIM) levou o processo a tribunal. O tribunal de primeira instância não reconheceu os direitos dos trabalhadores, mas, depois de recurso para a Relação, esta instância condenou a empresa e reconheceu os direitos dos trabalhadores.
Segundo a federação sindical da CGTP Fiequimetal, o acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa considera que é desproporcionado pretender, como a Somincor faz nas normas que definiu para atribuição dos prémios, que estes não serão pagos a trabalhadores que incorram “em qualquer situação de suspensão de contrato de trabalho” (incluindo a suspensão que decorre da adesão à greve). Acima das normas da empresa, a lei determina que quem adere a uma greve apenas deve sofrer a perda de retribuição e outros complementos que seriam devidos no período de duração da greve.
O acórdão aponta ainda que não pagar os prémios, como a Somincor fez, desrespeita o Código do Trabalho (Artigo 540.º), quedeclara “nulo e de nenhum efeito todo o ato que implique coação, prejuízo ou discriminação sobre qualquer trabalhador por motivo de adesão ou não à greve”. Assim, a empresa só poderia não pagar uma proporção dos prémios correspondente a um dia em cada mês.
O Tribunal da Relação decidiu revogar a sentença da primeira instância e condenar a Somincor a pagar aos trabalhadores:
- o prémio de produção em segurança e o adicional do prémio de produção, relativo àqueles dois meses, com a redução equivalente a um dia por mês;
- o prémio de produtividade relativo aos dois meses, numa proporção correspondente ao tempo de trabalho efetivamente prestado nas duas semanas em que ocorreram os dias de greve.
Termos relacionados:


«UNIDOS NA LUTA»

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Inspeção do Trabalho anda por aí.

Estou com esperança que ataquem forte na segurança privada.Na segurança privada tem tanta empresa que não cumpre que o governo só em multas tapava o buraco orçamental!


Inspeção do Trabalho na banca e seguros deteta 135 infrações relativas a trabalho suplementar

A Autoridade para as Condições do Trabalho promoveu uma inspeção na banca e seguros, que abrangeu 295 locais de trabalho, nos quais detetou 135 infrações relativas a trabalho suplementar, que suscitaram 19 advertências e 86 autos de notícia.
De acordo com informação hoje divulgada pela Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), a ação inspetiva, na quinta-feira, envolveu 166 inspetores do trabalho de todos os serviços regionais da ACT, que visitaram 244 estabelecimentos bancários e 51 agências de seguros, com um total de 904 trabalhadores.
"Num primeiro balanço da ação, podemos avançar que os inspetores do trabalho detetaram diversas infrações com destaque para a prestação de trabalho suplementar não registado (123 situações), ou trabalho suplementar prestado em violação dos limites diários previstos, ou com registo incompleto (12 situações)", diz a ACT num comunicado de imprensa.
Agência Lusa

«UNIDOS NA LUTA»

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Stad informa como estão as negociações do CCT!

Como todos sabemos,já vamos no 3 ano que não temos aumentos salariais,e com os impostos a subirem vertiginosamente,a nossa vida cada vez está mais dificil.
  Aproveitando a boleia da crise,as empresas,estão a tentar introduzir no nosso CCT,aquilo que o governo lhes deu(leis mais favoraveis9e o que o tribunal constitucional,lhes negou,por isso,nós trabalhadores da segurança privada,temos que estar atentos e não aceitar as novas leis,a troco de nada!




AOS TRABALHADORES DO SECTOR DA VIGILÂNCIA PRIVADA
 REVISÃO DO CCT/2012 DO SECTOR DA VIGILÂNCIA PRIVADA
INFORMAÇÕES SOBRE O RESULTADO DA REUNIÃO DE CONCILIAÇÃO REALIZADA NO PASSADO DIA 7/01/14 NO MINISTÉRIO DO TRABALHO

pdf COMUNICADO



«UNIDOS NA LUTA»

sábado, 8 de fevereiro de 2014

O stad informa os vigilantes prosegur,sobre o resultado das reuniões.


O stad informa os vigilantes prosegur,sobre o resultado das reuniões.


AOS TRABALHADORES DA PROSEGUR ENVOLVIDOS NO DESPEDIMENTO COLECTIVO
 NO PASSADO DIA 21/01/2014 REALIZOU-SE A 2ª REUNIÃO ENTRE A COMISSÃO REPRESENTATIVA DOS TRABALHADORES,
O MINISTÉRIO DO TRABALHO, O STAD E A PROSEGUR
PARA DAR INFORMAÇÕES SOBRE A REUNIÃO CONVOCA-SE UM PLENÁRIO NACIONAL DESCENTRALIZADO DOS TRABALHADORES

pdf CONVOCATÓRIA

«UNIDOS NA LUTA»