terça-feira, 28 de abril de 2015

Inspetores do Trabalho em greve!

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Neste país de faz de conta até os inspectores do trabalho se queixam!O governo de salvação da banca,nada faz por quem trabalha honestamente,o negócio deles é irem roubando a nós para entregar de mão-beijada aos rapazes do costume(patronato)
É um fartar de subsidios,disfarçados de incentivos ao emprego e coisas que tais......só um cego,que não topa o negócio,a coberto da crise nos foram roubados milhões,e onde param esses milhões nos roubados?Alguns no HSBC,outros nas ILHAS CAIMÃO......

Inspetores do Trabalho em greve no dia 28


O sindicato dos inspectores do trabalho (SIT) decretou greve para a próxima terça-feira, por melhores condições de trabalho, contra a menorização da verdadeira função desses inspetores, por parte da direção da ACT (Autoridade para as condições de trabalho).
O SIT refere que o ambiente laboral na ACT é de profundo desgaste, ansiedade e instabilidade, “sentindo-se sempre latente algum tipo de represália ou ameaça), declaram que estão unidos e manifestam o seu direito à indignação.



«UNIDOS NA LUTA»

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Primeiro de Maio,um dia de luta contra quem nos explora!!!

 Primeiro de Maio,um dia de luta contra quem nos explora!!!
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O PRIMEIRO DE MAIO!
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História[editar | editar código-fonte]

Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos.1 2 3
Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de três manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos polícias que começavam a dispersar os manifestantes matando um agente, na rixa que se seguiu sete outros morreriam. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. No seguimento cinco sindicalistas serão condenados à morte e três condenados a pena perpétua. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haimarcet.1 4
Três anos mais tarde, no dia 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.1 2 4
Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.1
Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.
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Dia do Trabalhador em Portugal[editar | editar código-fonte]

1º de Maio na cidade do Porto
Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia.
O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-IN (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT(União Geral dos Trabalhadores).
No Algarve, assim como na Madeira e Açores é costume a população fazer piqueniques e são organizadas algumas festas nas regiões..
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«UNIDOS NA LUTA»

terça-feira, 21 de abril de 2015

Mais uma medida para encher os bolos do patronato!

Aqueles que mais pedem,
menos estado,são os primeiros a mamar na teta estatal!

Mais um dos programas da tanga da autoria deste governo para o patronato sacar mais uns milhões,transferidos dos nossos bolsos,para as contas nos Offshore

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cabecav1

REATIVAR: mais uma medida para dar dinheiro ao patronato!

20 Abril 2015
media jovens
A entrada em vigor da medida Reativar, uma suposta medida de estágios para desempregados com mais de 30 anos, é mais uma peça do embaratecimento do trabalho, da desregulação do emprego e da exploração dos desempregados que este governo pôs em prática desde que iniciou funções.

Na realidade trata-se de uma falsa medida de estágios, pois o que se pretende é financiar as entidades patronais a usarem o trabalho dos desempregados para ocupar, em muitos casos, postos de trabalho permanentes durante seis meses a troco de bolsas de baixo valor, entre 419 euros e um máximo 691 euros para licenciados.
Também não vai potenciar a elevação das qualificações dos trabalhadores, uma vez que admite que um desempregado sem qualquer nível de qualificação possa ser inserido num destes estágios.

Esta é mais uma "aspirina" que não só não resolve a grave doença do desemprego, como dá cobertura à manipulação das estatísticas. Mais uma vez os dinheiros públicos são usados para subsidiar empresas e entidades entre 65% e 95% do valor das bolsas dos estagiários, bem como no subsídio de alimentação, seguro de acidentes de trabalho e subsídio de transporte. Ao todo, serão 43 milhões de euros entregues às empresas, sem qualquer obrigatoriedade de contratar posteriormente os estagiários para o quadro de efectivos, nem regras que impeçam a ocupação de postos de trabalho ou a rotatividade de estagiários.
Daqui resulta que o Governo, tão sovina a recusar atribuir o subsídio social de desemprego aos desempregados sem qualquer protecção social, continua a ser um "mãos largas" para meter dinheiro público nos bolsos dos patrões.
Por outro lado, a inoperância do IEFP e a ineficácia da Autoridade para as Condições de Trabalho torna-os cúmplices dos abusos verificados nestes programas, particularmente nas situações de substituição de postos de trabalho por estagiários ou mesmo de trabalho gratuito enquanto se aguarda pela aprovação do estágio. Esta é uma situação a que urge pôr termo de imediato.
Neste quadro, por mais que o Governo se esforce, não consegue esconder que a sua política provocou a destruição de mais de 240 mil postos de trabalho entre 2011 e 2014 e que a taxa de desemprego está a aumentar, tendo atingido os 14,1% no passado mês de Fevereiro.
A vida já demonstrou que não é com estas medidas que se atenua ou resolve o problema do desemprego. Portugal precisa de uma outra política que priorize a criação de emprego seguro e com direitos, com uma justa retribuição e a valorização das profissões e das carreiras profissionais.
Travar a política de direita e o Governo do PSD-CDS é um desígnio nacional que exige uma forte mobilização dos trabalhadores em geral, e dos desempregados em particular, nas manifestações que a CGTP-IN realiza no dia 1º de Maio em todo o país, por mais e melhor emprego, salários e direitos; por uma política de esquerda e soberana, que promova o progresso e a justiça social.
DIF/CGTP-IN
Lisboa, 20.04.2015


«UNIDOS NA LUTA»

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Afinal o patronato quer negociar......

Os representantes patronais afinal querem negociar,para já o STAD,DÁ NOTICIAS NESTE BOLETIM DO«O VIGILANTE»DO QUE SE PASSOU DE CONCRETO NA REUNIÃO HAVIDA NO MINISTÉRIO DO TRABALHO!






REALIZOU-SE A PRIMEIRA REUNIÃO NO MINISTÉRIO DO TRABALHO:
COMEÇOU A DISCUSSÃO DA CONCILIAÇÃO DA REVISÃO DO NOSSO CCT – AINDA NÃO HÁ INFORMAÇÕES IMPORTANTES MAS É TOTALMENTE NECESSÁRIO CONTINUARMOS UNIDOS E DETERMINADOS


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«UNIDOS NA LUTA»

terça-feira, 14 de abril de 2015

Moda das férias repartidas chegou ao Grupo8!!




A moda das férias repartidas no Grupo 8,foi  pela mão de um senhor que já tinha este modus operandus,noutra empresa de segurança,a táctica é bem simples,em Outubro/Novembro entregam nos locais de trabalho,a listagem para os trabalhadores marcarem as férias,mas quase sempre não respeitam a marcação dos trabalhadores.Enfim é mais uma que entra na ilegalidade,ao «obrigar»o trabalhador a ir de férias quando a empresa quer,JANEIRO A ABRIL E DE NOVEMBRO A DEZEMBRO!
   


Cláusula 24.ª Férias

8- O período de férias pode ser interpolado, por acordo das partes, desde que sejam gozados, no mínimo, 10 dias úteis consecutivos, num dos períodos acordados. 9- O período de férias é marcado por acordo entre trabalhador e empregador, cabendo a este a marcação das férias no caso de falta de acordo, o que poderá fazer entre 1 de maio e 31 de outubro de cada ano. 10-Na marcação das férias não poderá a entidade patronal negar períodos de férias solicitados por um trabalhador, que coincidam com os períodos de encerramento de estabelecimentos de ensino de filhos menores de 13 anos de idade, salvo por imperativos de organização do trabalho, devidamente fundamentados.
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«UNIDOS NA LUTA»

sábado, 11 de abril de 2015

Escravidão não!!!!!!

Estas declarações só nos mostra que o governo só respeitou o TRIBUNAL CONSTITUCIONAL,por causa das ELEIÇÕES!!!!!
   Depois das eleições os ataques aos nossos direitos vão continuar ainda com mais força,caso ele ganhe!!!!!!!
ESCRAVIDÃO NÃO!!!


Passos quer reduzir custo do trabalho para as empresas nos próximos anos

 
 
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, apontou hoje a redução do custo do trabalho para as empresas como uma reforma por fazer e afirmou que a quer concretizar nos próximos anos, com o apoio da União Europeia.Durante uma conferência sobre investimento em Portugal, realizada nas instalações da Fundação Champalimaud, em Lisboa, Passos Coelho defendeu a opção do Governo PSD/CDS-PP de baixar primeiro os impostos sobre as empresas, antes de reduzir a carga fiscal sobre as pessoas singulares, e reiterou a intenção de cumprir a redução progressiva do IRC calendarizada para os próximos anos.Em seguida, considerou que "hoje que o custo do trabalho para as empresas ainda é muito elevado", acrescentando: "Essa foi talvez a única importante reforma que não conseguimos completar neste domínio fiscal durante estes quatro anos. Mas será um objetivo seguramente importante para cumprir nos próximos anos"."Nós temos de conseguir ser mais atrativos para o investimento, não apenas no que respeita à fiscalidade sobre o rendimento das empresas, mas também no que respeita ao custo do trabalho para as empresas. E estou convencido de que conseguiremos com a União Europeia concretizar esta reforma nos próximos anos, de modo a atrair mais empregabilidade, por atrairmos mais investimento também", completou o primeiro-ministro e presidente do PSD, sem detalhar como pretende fazer essa redução.


«UNIDOS NA LUTA»

quarta-feira, 8 de abril de 2015

O roubo é geral,por isso a sindicalização é o caminho a seguir!!


O patronato aproveitou a boleia deste governo vergonhoso,e não cumpre as decisões do tribunal constitucional,até os jornalistas estão na luta para reaver o que lhes foi roubado!!

Os patrões só cumprem a lei quando ela lhes é favoravel


Jornalistas em greve pelo pagamento dos feriados
As redações do “Jornal de Notícias” e de “O Jogo” fizeram greve esta sexta-feira. A administração do Global Media Group não quer pagar o valor estabelecido no contrato coletivo de trabalho nos dias feriados. No Diário de Notícias, os jornalistas ameaçam seguir o mesmo caminho.
3 de Abril, 2015 - 22:49h
Empresa proprietária do DN, JN e O Jogo (Global Media Group) não paga aos jornalistas o que o contrato obriga nos dias feriados. Foto Thomas/Flickr
Segundo o Sindicato dos Jornalistas, esta sexta-feira a redação do Jornal de Notícias esteve reduzida a duas pessoas no Porto e outras duas em Lisboa. No caso do diário desportivo “O Jogo”, metade da redação do Porto fez greve enquanto em Lisboa apenas dois dos dez jornalistas estiveram a trabalhar.
O outro diário do Global Media Group, o “Diário de Notícias”, optou por não fazer greve e os trabalhadores apresentaram uma contraproposta. Como a administração só quer pagar 50% a mais nos dias feriados - em vez dos 200% e um dia de folga previstos no Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) — os jornalistas do DN propuseram aceitar os 50% acrescido de dois dias de folga por cada feriado, com efeitos retroativos. "Queremos, pelo menos, uma compensação em tempo. Se a administração até a esta contraproposta disser que não, aí então a reação da redacção será outra", explicou António Marujo à agência Lusa. A validade desta proposta é o feriado de 1 de maio. "Resolvemos dar mais tempo à administração, dada a situação que o jornal atravessa e apesar dos constrangimentos que têm afectado à redacção", acrescentou o jornalista.
Este conflito levou o Sindicato dos Jornalistas a emitir um pré-aviso de greve no início de abril ao trabalho em dias feriados e trabalho complementar. Em nota publicada no site, o Sindicato de Jornalistas “lamenta que empresas associadas da Associação Portuguesa de Imprensa, com quem está a negociar um novo CCT, tenham decidido unilateralmente não cumprir a lei. E reitera que, até à conclusão da negociação, o CCT actual mantém-se em vigor”.
Termos relacionados Notícias sociedade


«UNIDOS NA LUTA»

terça-feira, 7 de abril de 2015

Leis laborais--A taluda com que este governo premiou o patronato!!

Leis laborais--A taluda com que este governo premiou o patronato!!

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Vale a pena recordar algumas das leis mais maldosas que este governo fez!!
 
COM A APROVAÇÃO DAS NOVAS LEIS LABORAIS,O PATRONATO QUE JÁ TINHA A FACA(INTIMIDAÇÃO,MEDO,CHANTAGEM)ESTE GOVERNO LHES DEU O QUEIJO!!!
OS TRABALHADORES NÃO PERCEBEM QUE TODO ESTE CLIMA DE MEDO INSTALADO,É SÓ PARA FAVORECER(AINDA MAISO PATRONATO
 
Perceba as principais alterações à lei laboral
 
 
Redução dos custos com horas extraordinárias, despedimentos mais fáceis e mais baratos. A proposta do Governo começou a ser debatida esta semana no Parlamento. Conheça as principais alterações.
Empresa escolhe quem despede na extinção de posto de trabalho


As empresas vão passar a ter mais liberdade para escolher quem dispensam quando fazem um despedimento por extinção de posto de trabalho. Até agora, num grupo de pessoas com funções idênticas, tinham que seguir determinados critérios de antiguidade (protegendo os trabalhadores mais velhos ou que estão há mais tempo na empresa), mas na proposta do Governo este critério é substituído por qualquer outro que seja "revelante e não discriminatório". Além disso, elimina-se a obrigação de colocar o trabalhador num posto compatível com a sua categoria profissional.
Despedimento por inadaptação mais abrangente 

O despedimento por inadaptação, que é hoje muito pouco utilizado, vai passar a ser possível ainda que não tenham sido introduzidas alterações no posto de trabalho, o que dá protagismo aos motivos que hoje já constam da lei. Assim, o despedimento por inadaptação passa a ser aplicado quando haja uma modificação substancial da prestação de trabalho que se traduza, por exemplo, na "redução continuada de produtividade ou de qualidade". Já nos caso dos cargos de "complexidade técnica" ou de direcção, este despedimento poderá passar a ter lugar pelo mero incumprimento de objectivos. A proposta do Governo prevê, no entanto, que o despedimento só possa ocorrer por incumprimento de objectivos fixados depois da entrada em vigor da lei. 
Corte nas horas extraordinárias 
A compensação por horas extraordinárias vai cair para metade, passando a ser de 25% na primeira hora de dia útil, 37,5% nas seguintes e de 50% em dia de descanso semanal ou em feriado. Adicionalmente, o Governo elimina o descanso compensatório que a elas estava associado (e que correspondia a 25% do tempo de trabalho prestado). Esta norma é imperativa sobre contratos individuais e convenções colectivas durante dois anos. Depois, a compensação que estiver definida nestes contratos cai para metade, a não ser que as ditas normas tenham entretanto sido alteradas.
 
Esta foi a lei que o tribunal chumbou,o governo teve que voltar atraz,mas as empresas não estão a cumprir,e foi aqui que a UGT,fez o favor aos patrões,ao fazer novos cct mais prejudiciais aos trabalhadores.

Banco de horas por negociação individual

O banco de horas permite que as empresas poupem nas horas extraordinárias, solicitando que o trabalhador aumente o período efectivo de trabalho diário em alturas de picos, o que pode ser compensado com horas livres ou com um pagamento em dinheiro (de valor inferior às horas extraordinárias). Actualmente, este mecanismo só pode ser introduzido por negociação entre as associações sindicais e patronais do sector, mas o Governo pretende que passe a ser negociado directamente entre empregador e trabalhador. Esta bolsa terá um máximo de 150 horas anuais e permite que, em alturas de picos, o tempo de trabalho seja aumentado em duas horas diárias (até um máximo de dez). A proposta terá que ser feita por escrito pelo empregador mas se o trabalhador não responder num prazo de 14 dias considera-se aceite. Mas nem sequer é necessário que todos aceitem: se 75% dos trabalhadores estiver de acordo, o banco de horas estende-se aos restantes 25%.

Compensação no despedimento sofre cortes

As pessoas que assinaram contrato depois de 1 de Novembro de 2011 já têm direito a uma compensação em caso de despedimento mais baixa do que os restantes: 20 dias de salário-base e diuturnidades por ano trabalhado (contra os anteriores 30), sem limite mínimo e com o limite máximo de 12 salários ou 116,4 mil euros. A proposta do Governo concretiza agora a segunda fase das compensações, prevendo que todo o trabalho prestado depois de 1 de Novembro de 2012 seja calculado segundo a nova fórmula, mesmo quando em causa estão contratos assinados antes de 1 de Novembro de 2011. Mas este valor vai voltar a mudar: o memorando da troika estabelece que seja revisto, para passar a ser de apenas oito a doze dias por cada ano trabalhado, a partir de Novembro.

Redução de férias

É uma das novidades da proposta do Governo que não constava do memorando da troika. A majoração de que hoje em dia garante um a três dias adicionais de férias aos trabalhadores mais assíduos vai desaparecer. O que significa que, em muitos casos, o número de dias de férias vai passar de 25 para 22 dias por ano. Este corte abrange as majorações estabelecidas em convenções colectivas posteriores a 2003. A redução de férias só deverá ter efeitos em 2013, já que as férias dizem sempre respeito ao trabalho prestado no ano anterior.
Corte nos feriados

O objectivo do Governo é eliminar quatro feriados. A lista original inclui o Corpo de Deus, o 5 de Outubro, o 15 de Agosto ou o 8 de Dezembro. Mas a proposta de lei também diz que a eliminação dos feriados religiosos está dependente dos procedimentos da Concordata. Recentemente, a Igreja defendeu que em alternativa se elimine o 1 de Novembro e que o Corpo de Deus deve ser celebrado este ano. "Não há nenhuma urgência em chegar a uma conclusão", afirmou recentemente ao Negócios o porta-voz da conferência episcopal, Manuel Morujão.
Empresas podem encerrar nas pontes 

Sempre que um feriado ocorrer à terça-feira ou à quinta-feira, as empresas vão poder encerrar, impondo um dia de férias ao trabalhador em qualquer altura do ano. As empresas terão que comunicar o plano anual de encerramentos até dia 15 de Dezembro, o que significa que esta alteração só deverá ter efeitos práticos em 2013.

Regime de faltas alterado 


Uma falta injustificada num ou em meio dia de trabalho diário que ocorra imediatamente antes ou depois de um dia de descanso ou feriado passa a implicar a perda de retribuição de todo o período. Isto significa que quem faltar a uma "ponte" numa segunda-feira, por exemplo, pode perder quatro dias de salário.
Agilização do "layoff" 

As empresas que recorrerem ao regime de redução ou suspensão de laboração em situação de crise empresarial ("layoff") terão que ter a sua situação regularizada perante a Segurança Socialexcepto quando estiverem em situação económica difícil ou em processo de recuperação de empresa. Além disso, terão que prestar mais informação contabilística e financeira ao ministério da Economia e ao trabalhadores. Em contrapartida, o processo terá prazos mais curtos e a renovação a medida poderá ocorrer ainda que os trabalhadores não estiverem de acordo. Estabelecem-se restrições ao despedimento num prazo de um a dois meses seguintes ao "layoff".
Menos obrigações perante a inspecção do trabalho

As empresas terão menos obrigações no envio de informação à Autoridade para as Condições de Trabalho, nomeadamente no que toca a questões relacionadas com os horários de trabalho. Deixa de ser obrigatório enviar à ACT o mapa de horário de trabalho, o acordo de isenção de horário ou o regulamento de empresa, por exemplo. O requerimento para redução ou exclusão do horário de descanso passa a ser tacitamente aprovado e as comunicações prévias ao início de actividade serão simplificadas.

Descentralização da negociação colectiva

Os contratos colectivos podem passar a estabelecer que matérias como a mobilidade geográfica e funcional, a organização do tempo de trabalho e a retribuição passem a ser definidas por outra convenção colectiva, nomeadamente ao nível da empresa. Além disso, permite-se que as empresas com pelo menos 150 trabalhadores possam transferir para as comissões de trabalhadores o poder de celebrar acordos colectivos.

Contrato de curta duração será mais longo

Os contratos de muito curta duração, que são mais utilizados na agricultura ou no turismo, por exemplo, poderão passar a durar 15 dias, com um total de 70 dias de trabalho por ano com o mesmo empregador. Actualmente estes limites são de sete dias e de 60 dias de trabalho por ano. Este contrato não está sujeito a forma escrita.
Chefias mais precárias

A proposta que está na Assembleia da República prevê que o regime de comissão de serviço possa ser alargado a mais funções de chefia. Para isso, é necessário que o contrato colectivo determine quais as categorias. A grande vantagem desta figura da "comissão de serviço" é a de permitir dispensar a pessoa em causa de forma mais ágil.
Trabalho pode durar seis horas consecutivas

As pessoas que trabalharem mais de dez horas por dia poderão ser obrigadas a trabalhar seis horas consecutivas. Até aqui, o limite era de cinco horas e a possibilidade de alargamento até seis estava limitada às situações em que tal ficasse explicitamente previsto no contrato colectivo.

Alteração na marcação de férias
 
Se os dias de descanso do trabalhador coincidirem com os dias úteis, estes não contam para efeitos de contabilização de férias. Em vez disso, contam os sábados e os domingos. Esta norma não tem impacto no número de dias de descanso, mas pode interferir na marcação de férias.


«UNIDOS NA LUTA»

domingo, 5 de abril de 2015

Os trabalhadores da vigilância estática,gostam de ter direitos,mas lutar por eles,nem tanto!!


Os trabalhadores da vigilância estática,gostam de ter direitos,mas lutar por eles,nem tanto!!


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Trabalhadores das empresas de segurança privada fazem greve RTP 1 - Jornal da Tarde | Hora de emissão 13:30 | Duração 00:01:06
Os trabalhadores das empresas de segurança privada queixam-se de fala de condições e decidiram fazer greve. A paralisação é a nível nacional e só termina hoje à meia-noite.
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Trabalhadores das empresas de segurança privada estão em greve
 RTP Informação - Bom Dia Portugal | Hora de emissão 07:49 | Duração 00:00:26
Os trabalhadores das empresas de segurança privada estão em greve. A paralisação começou à meia noite.
  • Repetições:
  • RTP Informação - Notícias , 2015-03-26 09:20
    RTP Informação - Notícias , 2015-03-26 10:20
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Trabalhadores do setor da vigilância privada estão em greve até amanhã
 RTP Açores - Telejornal Açores | Hora de emissão 20:38 | Duração 00:01:59
Os trabalhadores do setor da vigilância privada estão em greve até amanhã. Na origem do protesto está a perda de direitos adquiridos, nomeadamente no que diz respeito ao trabalho extraordinário. O Sindicato dos Trabalhadores dos Serviços de Vigilância revela que a greve está a registar uma adesão de cerca de 20% em São Miguel. Declarações de Paulo Marques, União de Sindicatos.
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Greve de trabalhadores das empresas de segurança privada
 SIC Notícias - Edição da Manhã | Hora de emissão 08:36 | Duração 00:03:53
Os trabalhadores das empresas de segurança privada estão em greve. São dois dias de protesto contra a redução do valor do trabalho extraordinário noturno e a criação de bancos de horas. Direto de Leça do Balio
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Segurança privada em greve
 Porto Canal - Jornal Diário | Hora de emissão 20:31 | Duração 00:02:04
Cerca de 30 profissionais de segurança manifestaram-se à porta da Esegur, em Leça do Balio. Os funcionários contestam o aumento do horário de trabalho e a redução salarial. Comentários de Eduardo Teixeira, direção nacional STAD; José Santos, trabalhador.
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Trabalhadores das empresas de segurança privada fazem greve




 Antena 1 - Notícias | Hora de emissão 23:05 | Duração 00:00:40
Os trabalhadores das empresas de segurança privada cumpriram esta 5ª feira o 1º de dois dias de greve. Há registo de uma adesão que oscilou entre os 20 e os 95% e que teve maior impacto nos transportes de valores.
Trabalhadores das empresas de segurança privada em greve
 Antena 1 - Notícias | Hora de emissão 07:06 | Duração 00:01:21
Os trabalhadores das empresas de segurança privada começaram ontem à noite uma greve de dois dias. O sindicato que representa estes trabalhadores contesta as mudanças previstas no contrato coletivo do sector.


Trabalhadores da segurança privada em greve
 Renascença - Notícias | Hora de emissão 23:03 | Duração 00:01:24
Os trabalhadores da segurança privada iniciam à meia noite uma greve de 48 horas contra alterações que os patrões querem fazer aos tempos de trabalho e ao pagamento de horas extraordinárias. Declarações de Carlos Trindade, Sindicato das Atividades Diversas.
Trabalhadores da Segurança Privada estão hoje e amanhã em greve
 Rádio Comercial - Notícias | Hora de emissão 08:01 | Duração 00:00:15
Arrancou à meia noite uma greve de 48 horas dos trabalhadores da Segurança Privada, uma paralisação contra as alterações do horário de trabalho noturno e a redução do pagamento de horas extraordinárias.
Trabalhadores da Segurança Privada estão hoje e amanhã em greve
 TSF - Notícias | Hora de emissão 07:11 | Duração 00:02:00
Os trabalhadores da Segurança Privada estão hoje e amanhã em greve, é uma paralisação que abrange 35 mil seguranças que prestam serviço em 120 empresas. Declarações de Carlos Trindade, Sindicato dos Trabalhadores do Serviço de Vigilância.



Trabalhadores da segurança privada em greve de dois dias
 Correio da Manhã Online 25.03.2015 Seguranças estão contra a redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e a criação de bancos de horas. Os trabalhadores das empresas de segurança privada iniciam à meia-noite uma greve de dois dias contra a redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e a criação de bancos de horas. O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas (STAD), Carlos Trindade, disse à agência Lusa que, após três anos de negociação do contrato coletivo de trabalho, "chegou-se a uma situação de impasse porque as empresas do setor querem que os trabalhadores abdiquem de várias matérias que estão atualmente consignadas no contrato". Os trabalhadores do setor da segurança privada "estão em luta pela negociação de um contrato coletivo que não os prejudique", disse o sindicalista, acrescentando que as empresas pretendem também acabar com as folgas de compensação e com a majoração de três dias de férias . Segundo o dirigente do STAD, as empresas de segurança estão dispostas a dar um aumento salarial de 1,5% aos trabalhadores em troca de uma bolsa de horas, da alteração do horário de trabalho noturno e da redução do pagamento das horas extraordinárias para os 40%, quando agora são remuneradas entre 50 a 100%. Durante os dois dias de paralisação os trabalhadores e os sindicalistas do setor vão manter-se em piquete de greve junto às principais empresas, nomeadamente junto à Esegur, de Leça do Balio e de Lisboa, e à Prosegur, em Lisboa. O pré-aviso de greve emitido pelo STAD (filiado na CGTP) abrange 35.000 trabalhadores de 120 empresas. URL:http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/trabalhadores_da_seguranca_privada_em_greve_de_dois_dias.htm




Trabalhadores da segurança privada iniciam à meia-noite greve de dois dias  i Online O pré-aviso de greve emitido pelo STAD (filiado na CGTP) abrange 35.000 trabalhadores de 120 empresas Os trabalhadores das empresas de segurança privada iniciam à meia-noite uma greve de dois dias contra a redução do valor do trabalho extraordinário e nocturno e a criação de bancos de horas. O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas (STAD), Carlos Trindade, disse à agência Lusa que, após três anos de negociação do contrato colectivo de trabalho, "chegou-se a uma situação de impasse porque as empresas do setor querem que os trabalhadores abdiquem de várias matérias que estão atualmente consignadas no contrato". Os trabalhadores do sector da segurança privada "estão em luta pela negociação de um contrato colectivo que não os prejudique", disse o sindicalista, acrescentando que as empresas pretendem também acabar com as folgas de compensação e com a majoração de três dias de férias . Segundo o dirigente do STAD, as empresas de segurança estão dispostas a dar um aumento salarial de 1,5% aos trabalhadores em troca de uma bolsa de horas, da alteração do horário de trabalho noturno e da redução do pagamento das horas extraordinárias para os 40%, quando agora são remuneradas entre 50 a 100%. Durante os dois dias de paralisação os trabalhadores e os sindicalistas do setor vão manter-se em piquete de greve junto às principais empresas, nomeadamente junto à Esegur, de Leça do Balio e de Lisboa, e à Prosegur, em Lisboa. O pré-aviso de greve emitido pelo STAD (filiado na CGTP) abrange 35.000 trabalhadores de 120 empresas. jornal i com agência lusa URL:http://www.ionline.pt/artigos/dinheiro/trabalhadores-da-seguranca-privada-iniciam-meia-noite-greve-dois-dias



Seguranças privados iniciam greve de dois dias  Jornal de Notícias OnlineOs trabalhadores das empresas de segurança privada iniciam à meia-noite uma greve de dois dias contra a redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e a criação de bancos de horas. O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas (STAD), Carlos Trindade, disse à agência Lusa que, após três anos de negociação do contrato coletivo de trabalho, "chegou-se a uma situação de impasse porque as empresas do setor querem que os trabalhadores abdiquem de várias matérias que estão atualmente consignadas no contrato". Os trabalhadores do setor da segurança privada "estão em luta pela negociação de um contrato coletivo que não os prejudique", disse o sindicalista, acrescentando que as empresas pretendem também acabar com as folgas de compensação e com a majoração de três dias de férias . Segundo o dirigente do STAD, as empresas de segurança estão dispostas a dar um aumento salarial de 1,5% aos trabalhadores em troca de uma bolsa de horas, da alteração do horário de trabalho noturno e da redução do pagamento das horas extraordinárias para os 40%, quando agora são remuneradas entre 50 a 100%. Durante os dois dias de paralisação os trabalhadores e os sindicalistas do setor vão manter-se em piquete de greve junto às principais empresas, nomeadamente junto à Esegur, de Leça do Balio e de Lisboa, e à Prosegur, em Lisboa. O pré-aviso de greve emitido pelo STAD (filiado na CGTP) abrange 35.000 trabalhadores de 120 empresas. publicado a 2015-03-25 às 20:36 URL:http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=4475852




Notícias ao Minuto - Trabalhadores da segurança privada iniciam à meia-noite greve de dois dias
 Notícias ao Minuto Online Os trabalhadores das empresas de segurança privada iniciam à meia-noite uma greve de dois dias contra a redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e a criação de bancos de horas. O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas (STAD), Carlos Trindade, disse à agência Lusa que, após três anos de negociação do contrato coletivo de trabalho, "chegou-se a uma situação de impasse porque as empresas do setor querem que os trabalhadores abdiquem de várias matérias que estão atualmente consignadas no contrato". PUB Os trabalhadores do setor da segurança privada "estão em luta pela negociação de um contrato coletivo que não os prejudique", disse o sindicalista, acrescentando que as empresas pretendem também acabar com as folgas de compensação e com a majoração de três dias de férias . Segundo o dirigente do STAD, as empresas de segurança estão dispostas a dar um aumento salarial de 1,5% aos trabalhadores em troca de uma bolsa de horas, da alteração do horário de trabalho noturno e da redução do pagamento das horas extraordinárias para os 40%, quando agora são remuneradas entre 50 a 100%. Durante os dois dias de paralisação os trabalhadores e os sindicalistas do setor vão manter-se em piquete de greve junto às principais empresas, nomeadamente junto à Esegur, de Leça do Balio e de Lisboa, e à Prosegur, em Lisboa. O pré-aviso de greve emitido pelo STAD (filiado na CGTP) abrange 35.000 trabalhadores de 120 empresas. 20:09 - 25 de Março de 2015 | Por URL: http://www.noticiasaominuto.com/pais/366562/trabalhadores-da-seguranca-privada-iniciam-a-meia-noite-greve-de-dois-dias



Trabalhadores da segurança privada estão em greve, durante de dois dias
 RTP Online 26 Mar, 2015, 08:04 Os trabalhadores das empresas de segurança privada iniciaram à meia-noite desta quinta-feira uma greve de dois dias contra a redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e a criação de bancos de horas. O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas (STAD), Carlos Trindade contesta que após três anos de negociação do contrato coletivo de trabalho, se chegou a um impasse, porque as empresas do setor querem que os trabalhadores abdiquem de várias matérias que estão atualmente consignadas no contrato. Segundo o dirigente do STAD, as empresas de segurança estão dispostas a dar um aumento salarial de 1,5% aos trabalhadores em troca de uma bolsa de horas, da alteração do horário de trabalho noturno e da redução do pagamento das horas extraordinárias para os 40%, quando agora são remuneradas entre 50 a 100%. Durante os dois dias de paralisação os trabalhadores e os sindicalistas do setor vão manter-se em piquete de greve junto às principais empresas, nomeadamente junto à Esegur, de Leça do Balio e de Lisboa, e à Prosegur, em Lisboa. O pré-aviso de greve emitido pelo STAD (filiado na CGTP) abrange 35.000 trabalhadores de 120 empresas. Antena 1 URL: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=815291&tm=8&layout=123&visual=61



Trabalhadores da segurança privada em greve de dois dias
 RTP Online 26 Mar, 2015, 08:04 / atualizado em 26 Mar, 2015, 08:33 Os seguranças privados iniciaram às 0h00 desta quinta-feira uma greve de dois dias contra a redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e a criação de bancos de horas. O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas (STAD), Carlos Trindade, denuncia que, ao cabo de três anos de negociação do contrato coletivo de trabalho, o momento é de impasse. Isto porque as empresas do sector querem que os trabalhadores abdiquem de várias matérias que estão atualmente incluídas no contrato. Segundo o dirigente do STAD, as empresas de segurança estão dispostas a dar um aumento salarial de 1,5 por cento aos trabalhadores em troca de uma bolsa de horas, da alteração do horário de trabalho noturno e da redução do pagamento das horas extraordinárias para os 40 por cento, quando agora são remuneradas entre 50 a 100 por cento. Durante os dois dias de paralisação, trabalhadores e sindicalistas vão manter-se em piquete de greve junto às principais empresas, nomeadamente junto à Esegur, em Leça do Balio e Lisboa, e na Prosegur, também na capital. O pré-aviso de greve emitido pelo STAD (filiado na CGTP) abrange 35 mil trabalhadores de 120 empresas. Antena 1 URL:http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=815291&tm=7&layout=123&visual=61


Desde as 00:00 do dia de ontem que os vigilantes das empresas de segurança privada encontram-se em greve  Segurança Online Desde as 00:00 do dia de ontem que os vigilantes das empresas de segurança privada encontram-se em greve. As principais reivindicações centram-se no contrato coletivo de trabalho, nomeadamente nas questões da redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e na criação de bancos de horas. De acordo com a Antena 1, que cita Carlos Trindade, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas (STAD), após três anos de negociação do contrato coletivo de trabalho, o momento é de impasse, uma vez que as empresas de segurança privada querem que os trabalhadores abdiquem de várias matérias que estão atualmente incluídas no contrato. Segundo o dirigente do STAD, as empresas de segurança privada estão dispostas a dar um aumento salarial de 1,5% aos trabalhadores em troca de uma bolsa de horas, da alteração do horário de trabalho noturno e da redução do pagamento das horas extraordinárias para os 40%, quando agora são remuneradas entre 50% e 100%. Já no dia ontem, bem como no dia de hoje, trabalhadores e sindicalistas encontram-se em piquete de greve junto às principais empresas, nomeadamente junto às instalações da Esegur, localizadas em Leça do Balio e Lisboa, e nas instalações da Prosegur, igualmente com instalações na cidade de Lisboa. O pré-aviso de greve emitido pelo STAD, sindicato que se encontrada filiado na CGTP, abrange 35 mil trabalhadores de 120 empresas. URL: http://www.segurancaonline.com/noticias/detalhes.php?id=2999
Segurança privada em greve a partir da meia-noite TVI24


 TVI 24 Online Greve vai durar dois dias. Protestam contra a redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e a criação de bancos de horas Os trabalhadores das empresas de segurança privada iniciam à meia-noite uma greve de dois dias contra a redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e a criação de bancos de horas. O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas (STAD), Carlos Trindade, disse à Lusa que, após três anos de negociação do contrato coletivo de trabalho, chegou-se a uma situação de impasse porque as empresas do setor querem que os trabalhadores abdiquem de várias matérias que estão atualmente consignadas no contrato . Os trabalhadores do setor da segurança privada estão em luta pela negociação de um contrato coletivo que não os prejudique , disse o sindicalista, acrescentando que as empresas pretendem também acabar com as folgas de compensação e com a majoração de três dias de férias . Segundo o dirigente do STAD, as empresas de segurança estão dispostas a dar um aumento salarial de 1,5% aos trabalhadores em troca de uma bolsa de horas, da alteração do horário de trabalho noturno e da redução do pagamento das horas extraordinárias para os 40%, quando agora são remuneradas entre 50 a 100%. Durante os dois dias de paralisação os trabalhadores e os sindicalistas do setor vão manter-se em piquete de greve junto às principais empresas, nomeadamente junto à Esegur, de Leça do Balio e de Lisboa, e à Prosegur, em Lisboa. O pré-aviso de greve emitido pelo STAD (filiado na CGTP) abrange 35.000 trabalhadores de 120 empresas.


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