domingo, 5 de abril de 2015

Os trabalhadores da vigilância estática,gostam de ter direitos,mas lutar por eles,nem tanto!!


Os trabalhadores da vigilância estática,gostam de ter direitos,mas lutar por eles,nem tanto!!


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Trabalhadores das empresas de segurança privada fazem greve RTP 1 - Jornal da Tarde | Hora de emissão 13:30 | Duração 00:01:06
Os trabalhadores das empresas de segurança privada queixam-se de fala de condições e decidiram fazer greve. A paralisação é a nível nacional e só termina hoje à meia-noite.
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Trabalhadores das empresas de segurança privada estão em greve
 RTP Informação - Bom Dia Portugal | Hora de emissão 07:49 | Duração 00:00:26
Os trabalhadores das empresas de segurança privada estão em greve. A paralisação começou à meia noite.
  • Repetições:
  • RTP Informação - Notícias , 2015-03-26 09:20
    RTP Informação - Notícias , 2015-03-26 10:20
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Trabalhadores do setor da vigilância privada estão em greve até amanhã
 RTP Açores - Telejornal Açores | Hora de emissão 20:38 | Duração 00:01:59
Os trabalhadores do setor da vigilância privada estão em greve até amanhã. Na origem do protesto está a perda de direitos adquiridos, nomeadamente no que diz respeito ao trabalho extraordinário. O Sindicato dos Trabalhadores dos Serviços de Vigilância revela que a greve está a registar uma adesão de cerca de 20% em São Miguel. Declarações de Paulo Marques, União de Sindicatos.
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Greve de trabalhadores das empresas de segurança privada
 SIC Notícias - Edição da Manhã | Hora de emissão 08:36 | Duração 00:03:53
Os trabalhadores das empresas de segurança privada estão em greve. São dois dias de protesto contra a redução do valor do trabalho extraordinário noturno e a criação de bancos de horas. Direto de Leça do Balio
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Segurança privada em greve
 Porto Canal - Jornal Diário | Hora de emissão 20:31 | Duração 00:02:04
Cerca de 30 profissionais de segurança manifestaram-se à porta da Esegur, em Leça do Balio. Os funcionários contestam o aumento do horário de trabalho e a redução salarial. Comentários de Eduardo Teixeira, direção nacional STAD; José Santos, trabalhador.
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Trabalhadores das empresas de segurança privada fazem greve




 Antena 1 - Notícias | Hora de emissão 23:05 | Duração 00:00:40
Os trabalhadores das empresas de segurança privada cumpriram esta 5ª feira o 1º de dois dias de greve. Há registo de uma adesão que oscilou entre os 20 e os 95% e que teve maior impacto nos transportes de valores.
Trabalhadores das empresas de segurança privada em greve
 Antena 1 - Notícias | Hora de emissão 07:06 | Duração 00:01:21
Os trabalhadores das empresas de segurança privada começaram ontem à noite uma greve de dois dias. O sindicato que representa estes trabalhadores contesta as mudanças previstas no contrato coletivo do sector.


Trabalhadores da segurança privada em greve
 Renascença - Notícias | Hora de emissão 23:03 | Duração 00:01:24
Os trabalhadores da segurança privada iniciam à meia noite uma greve de 48 horas contra alterações que os patrões querem fazer aos tempos de trabalho e ao pagamento de horas extraordinárias. Declarações de Carlos Trindade, Sindicato das Atividades Diversas.
Trabalhadores da Segurança Privada estão hoje e amanhã em greve
 Rádio Comercial - Notícias | Hora de emissão 08:01 | Duração 00:00:15
Arrancou à meia noite uma greve de 48 horas dos trabalhadores da Segurança Privada, uma paralisação contra as alterações do horário de trabalho noturno e a redução do pagamento de horas extraordinárias.
Trabalhadores da Segurança Privada estão hoje e amanhã em greve
 TSF - Notícias | Hora de emissão 07:11 | Duração 00:02:00
Os trabalhadores da Segurança Privada estão hoje e amanhã em greve, é uma paralisação que abrange 35 mil seguranças que prestam serviço em 120 empresas. Declarações de Carlos Trindade, Sindicato dos Trabalhadores do Serviço de Vigilância.



Trabalhadores da segurança privada em greve de dois dias
 Correio da Manhã Online 25.03.2015 Seguranças estão contra a redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e a criação de bancos de horas. Os trabalhadores das empresas de segurança privada iniciam à meia-noite uma greve de dois dias contra a redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e a criação de bancos de horas. O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas (STAD), Carlos Trindade, disse à agência Lusa que, após três anos de negociação do contrato coletivo de trabalho, "chegou-se a uma situação de impasse porque as empresas do setor querem que os trabalhadores abdiquem de várias matérias que estão atualmente consignadas no contrato". Os trabalhadores do setor da segurança privada "estão em luta pela negociação de um contrato coletivo que não os prejudique", disse o sindicalista, acrescentando que as empresas pretendem também acabar com as folgas de compensação e com a majoração de três dias de férias . Segundo o dirigente do STAD, as empresas de segurança estão dispostas a dar um aumento salarial de 1,5% aos trabalhadores em troca de uma bolsa de horas, da alteração do horário de trabalho noturno e da redução do pagamento das horas extraordinárias para os 40%, quando agora são remuneradas entre 50 a 100%. Durante os dois dias de paralisação os trabalhadores e os sindicalistas do setor vão manter-se em piquete de greve junto às principais empresas, nomeadamente junto à Esegur, de Leça do Balio e de Lisboa, e à Prosegur, em Lisboa. O pré-aviso de greve emitido pelo STAD (filiado na CGTP) abrange 35.000 trabalhadores de 120 empresas. URL:http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/trabalhadores_da_seguranca_privada_em_greve_de_dois_dias.htm




Trabalhadores da segurança privada iniciam à meia-noite greve de dois dias  i Online O pré-aviso de greve emitido pelo STAD (filiado na CGTP) abrange 35.000 trabalhadores de 120 empresas Os trabalhadores das empresas de segurança privada iniciam à meia-noite uma greve de dois dias contra a redução do valor do trabalho extraordinário e nocturno e a criação de bancos de horas. O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas (STAD), Carlos Trindade, disse à agência Lusa que, após três anos de negociação do contrato colectivo de trabalho, "chegou-se a uma situação de impasse porque as empresas do setor querem que os trabalhadores abdiquem de várias matérias que estão atualmente consignadas no contrato". Os trabalhadores do sector da segurança privada "estão em luta pela negociação de um contrato colectivo que não os prejudique", disse o sindicalista, acrescentando que as empresas pretendem também acabar com as folgas de compensação e com a majoração de três dias de férias . Segundo o dirigente do STAD, as empresas de segurança estão dispostas a dar um aumento salarial de 1,5% aos trabalhadores em troca de uma bolsa de horas, da alteração do horário de trabalho noturno e da redução do pagamento das horas extraordinárias para os 40%, quando agora são remuneradas entre 50 a 100%. Durante os dois dias de paralisação os trabalhadores e os sindicalistas do setor vão manter-se em piquete de greve junto às principais empresas, nomeadamente junto à Esegur, de Leça do Balio e de Lisboa, e à Prosegur, em Lisboa. O pré-aviso de greve emitido pelo STAD (filiado na CGTP) abrange 35.000 trabalhadores de 120 empresas. jornal i com agência lusa URL:http://www.ionline.pt/artigos/dinheiro/trabalhadores-da-seguranca-privada-iniciam-meia-noite-greve-dois-dias



Seguranças privados iniciam greve de dois dias  Jornal de Notícias OnlineOs trabalhadores das empresas de segurança privada iniciam à meia-noite uma greve de dois dias contra a redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e a criação de bancos de horas. O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas (STAD), Carlos Trindade, disse à agência Lusa que, após três anos de negociação do contrato coletivo de trabalho, "chegou-se a uma situação de impasse porque as empresas do setor querem que os trabalhadores abdiquem de várias matérias que estão atualmente consignadas no contrato". Os trabalhadores do setor da segurança privada "estão em luta pela negociação de um contrato coletivo que não os prejudique", disse o sindicalista, acrescentando que as empresas pretendem também acabar com as folgas de compensação e com a majoração de três dias de férias . Segundo o dirigente do STAD, as empresas de segurança estão dispostas a dar um aumento salarial de 1,5% aos trabalhadores em troca de uma bolsa de horas, da alteração do horário de trabalho noturno e da redução do pagamento das horas extraordinárias para os 40%, quando agora são remuneradas entre 50 a 100%. Durante os dois dias de paralisação os trabalhadores e os sindicalistas do setor vão manter-se em piquete de greve junto às principais empresas, nomeadamente junto à Esegur, de Leça do Balio e de Lisboa, e à Prosegur, em Lisboa. O pré-aviso de greve emitido pelo STAD (filiado na CGTP) abrange 35.000 trabalhadores de 120 empresas. publicado a 2015-03-25 às 20:36 URL:http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=4475852




Notícias ao Minuto - Trabalhadores da segurança privada iniciam à meia-noite greve de dois dias
 Notícias ao Minuto Online Os trabalhadores das empresas de segurança privada iniciam à meia-noite uma greve de dois dias contra a redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e a criação de bancos de horas. O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas (STAD), Carlos Trindade, disse à agência Lusa que, após três anos de negociação do contrato coletivo de trabalho, "chegou-se a uma situação de impasse porque as empresas do setor querem que os trabalhadores abdiquem de várias matérias que estão atualmente consignadas no contrato". PUB Os trabalhadores do setor da segurança privada "estão em luta pela negociação de um contrato coletivo que não os prejudique", disse o sindicalista, acrescentando que as empresas pretendem também acabar com as folgas de compensação e com a majoração de três dias de férias . Segundo o dirigente do STAD, as empresas de segurança estão dispostas a dar um aumento salarial de 1,5% aos trabalhadores em troca de uma bolsa de horas, da alteração do horário de trabalho noturno e da redução do pagamento das horas extraordinárias para os 40%, quando agora são remuneradas entre 50 a 100%. Durante os dois dias de paralisação os trabalhadores e os sindicalistas do setor vão manter-se em piquete de greve junto às principais empresas, nomeadamente junto à Esegur, de Leça do Balio e de Lisboa, e à Prosegur, em Lisboa. O pré-aviso de greve emitido pelo STAD (filiado na CGTP) abrange 35.000 trabalhadores de 120 empresas. 20:09 - 25 de Março de 2015 | Por URL: http://www.noticiasaominuto.com/pais/366562/trabalhadores-da-seguranca-privada-iniciam-a-meia-noite-greve-de-dois-dias



Trabalhadores da segurança privada estão em greve, durante de dois dias
 RTP Online 26 Mar, 2015, 08:04 Os trabalhadores das empresas de segurança privada iniciaram à meia-noite desta quinta-feira uma greve de dois dias contra a redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e a criação de bancos de horas. O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas (STAD), Carlos Trindade contesta que após três anos de negociação do contrato coletivo de trabalho, se chegou a um impasse, porque as empresas do setor querem que os trabalhadores abdiquem de várias matérias que estão atualmente consignadas no contrato. Segundo o dirigente do STAD, as empresas de segurança estão dispostas a dar um aumento salarial de 1,5% aos trabalhadores em troca de uma bolsa de horas, da alteração do horário de trabalho noturno e da redução do pagamento das horas extraordinárias para os 40%, quando agora são remuneradas entre 50 a 100%. Durante os dois dias de paralisação os trabalhadores e os sindicalistas do setor vão manter-se em piquete de greve junto às principais empresas, nomeadamente junto à Esegur, de Leça do Balio e de Lisboa, e à Prosegur, em Lisboa. O pré-aviso de greve emitido pelo STAD (filiado na CGTP) abrange 35.000 trabalhadores de 120 empresas. Antena 1 URL: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=815291&tm=8&layout=123&visual=61



Trabalhadores da segurança privada em greve de dois dias
 RTP Online 26 Mar, 2015, 08:04 / atualizado em 26 Mar, 2015, 08:33 Os seguranças privados iniciaram às 0h00 desta quinta-feira uma greve de dois dias contra a redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e a criação de bancos de horas. O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas (STAD), Carlos Trindade, denuncia que, ao cabo de três anos de negociação do contrato coletivo de trabalho, o momento é de impasse. Isto porque as empresas do sector querem que os trabalhadores abdiquem de várias matérias que estão atualmente incluídas no contrato. Segundo o dirigente do STAD, as empresas de segurança estão dispostas a dar um aumento salarial de 1,5 por cento aos trabalhadores em troca de uma bolsa de horas, da alteração do horário de trabalho noturno e da redução do pagamento das horas extraordinárias para os 40 por cento, quando agora são remuneradas entre 50 a 100 por cento. Durante os dois dias de paralisação, trabalhadores e sindicalistas vão manter-se em piquete de greve junto às principais empresas, nomeadamente junto à Esegur, em Leça do Balio e Lisboa, e na Prosegur, também na capital. O pré-aviso de greve emitido pelo STAD (filiado na CGTP) abrange 35 mil trabalhadores de 120 empresas. Antena 1 URL:http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=815291&tm=7&layout=123&visual=61


Desde as 00:00 do dia de ontem que os vigilantes das empresas de segurança privada encontram-se em greve  Segurança Online Desde as 00:00 do dia de ontem que os vigilantes das empresas de segurança privada encontram-se em greve. As principais reivindicações centram-se no contrato coletivo de trabalho, nomeadamente nas questões da redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e na criação de bancos de horas. De acordo com a Antena 1, que cita Carlos Trindade, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas (STAD), após três anos de negociação do contrato coletivo de trabalho, o momento é de impasse, uma vez que as empresas de segurança privada querem que os trabalhadores abdiquem de várias matérias que estão atualmente incluídas no contrato. Segundo o dirigente do STAD, as empresas de segurança privada estão dispostas a dar um aumento salarial de 1,5% aos trabalhadores em troca de uma bolsa de horas, da alteração do horário de trabalho noturno e da redução do pagamento das horas extraordinárias para os 40%, quando agora são remuneradas entre 50% e 100%. Já no dia ontem, bem como no dia de hoje, trabalhadores e sindicalistas encontram-se em piquete de greve junto às principais empresas, nomeadamente junto às instalações da Esegur, localizadas em Leça do Balio e Lisboa, e nas instalações da Prosegur, igualmente com instalações na cidade de Lisboa. O pré-aviso de greve emitido pelo STAD, sindicato que se encontrada filiado na CGTP, abrange 35 mil trabalhadores de 120 empresas. URL: http://www.segurancaonline.com/noticias/detalhes.php?id=2999
Segurança privada em greve a partir da meia-noite TVI24


 TVI 24 Online Greve vai durar dois dias. Protestam contra a redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e a criação de bancos de horas Os trabalhadores das empresas de segurança privada iniciam à meia-noite uma greve de dois dias contra a redução do valor do trabalho extraordinário e noturno e a criação de bancos de horas. O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas (STAD), Carlos Trindade, disse à Lusa que, após três anos de negociação do contrato coletivo de trabalho, chegou-se a uma situação de impasse porque as empresas do setor querem que os trabalhadores abdiquem de várias matérias que estão atualmente consignadas no contrato . Os trabalhadores do setor da segurança privada estão em luta pela negociação de um contrato coletivo que não os prejudique , disse o sindicalista, acrescentando que as empresas pretendem também acabar com as folgas de compensação e com a majoração de três dias de férias . Segundo o dirigente do STAD, as empresas de segurança estão dispostas a dar um aumento salarial de 1,5% aos trabalhadores em troca de uma bolsa de horas, da alteração do horário de trabalho noturno e da redução do pagamento das horas extraordinárias para os 40%, quando agora são remuneradas entre 50 a 100%. Durante os dois dias de paralisação os trabalhadores e os sindicalistas do setor vão manter-se em piquete de greve junto às principais empresas, nomeadamente junto à Esegur, de Leça do Balio e de Lisboa, e à Prosegur, em Lisboa. O pré-aviso de greve emitido pelo STAD (filiado na CGTP) abrange 35.000 trabalhadores de 120 empresas.


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