terça-feira, 31 de março de 2015

Os trabalhadores dos TVA,S estão de parabens!!


A NOSSA UNIÃO É MUITO IMPORTANTE,PARA TRAVAR O ROUBO AOS NOSSOS DIREITOS DURANTE CONQUISTADOS!!
Mais uma vez os trabalhadores dos tva,s,souberam dar resposta ao ataque patronal/fetese,aos nossos direitos

A NOSSA GREVE NACIONAL DE 26 E 27 DE MARÇO FOI UM ÊXITO!

EM 13 DE ABRIL REALIZA-SE A PRIMEIRA REUNIÃO DE CONCILIAÇÃO NO MINISTÉRIO DO TRABALHO
A resposta da Classe Trabalhadora à estratégia destruidora de direitos e intransigente dos patrões foi frontal
pdf O VIGILANTE! - BOLETIM DO STAD PARA OS TRABALHADORES DO SECTOR DA VIGILÂNCIA PRIVADA

                                      
                                 


A LUTA VAI CONTINUAR

                                   
                                    
«UNIDOS NA LUTA»

segunda-feira, 30 de março de 2015

Saiu a Portaria de Extensão N.º 95/2015,que vai legalizar o roubo!!

  

Saiu a portaria de Extensão que vai legalizar o roubo dos vigilantes não sindicalizados (stad)


Portaria de Extensão N.º 95/2015



Boa Tarde Camaradas da Segurança Privada, enquanto muitos de nós faziam greve 
contra o CCT que os patrões elaboraram, e que
a Fetese concordou, no dia 27 de Março saiu em Diário da Republica a portaria de 
extensão n.º 95/2015, como diz na referida portaria
 todas as empresas ficam livres de impor o CCT da Fetese a partir do 1.º dia do mês da publicação da presente portaria, para quem não
é sindicalizado nos sindicatos referidos. Isto não é uma separação de profissionais, até que só fica separado quem seguir esse caminho,
toda a luta do nosso sector deve ser encarada através da união, pois só desta forma evitamos o desrespeito de todos os profissionais do sector.
   Aqui vos deixa-mos a referida portaria:



MINISTÉRIOS DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA

E DA SOLIDARIEDADE,

EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL

Portaria n.º 95/2015
de 27 de março

Portaria de extensão do contrato coletivo entre a AES —
Associação de Empresas de Segurança e outra e a FETESE —
Federação dos Sindicatos da Indústria e Serviços e outro
O contrato coletivo entre a AES — Associação de Empresas
de Segurança e outra e a FETESE — Federação dos
Sindicatos da Indústria e Serviços e outro, publicado no
Boletim do Trabalho e Emprego, n.º 32, de 29 de agosto de
2014, abrange as relações de trabalho entre empregadores
que se dediquem às atividades de segurança privada e de
prevenção e trabalhadores ao seu serviço, uns e outros
representados pelas associações outorgantes.
As associações outorgantes requereram a extensão do
contrato coletivo no território nacional às relações de trabalho
entre empregadores não filiados nas associações de
empregadores outorgantes que se dediquem às mesmas
atividades e trabalhadores ao seu serviço das profissões e
categorias profissionais nele previstas, não representados
pelas associações sindicais outorgantes, de acordo com
as alíneas a) e b) do n.º 1 da Resolução do Conselho de
Ministros n.º 90/2012, publicada no Diário da República,
1.ª série, n.º 211, de 31 de outubro, alterada pela Resolução
do Conselho de Ministros n.º 43/2014, publicada no Diário
da República, 1.ª série, n.º 122, de 27 de junho de 2014,
doravante designada por RCM.
De acordo com o apuramento do Relatório Único/Quadros
de Pessoal de 2012, a parte empregadora subscritora
da convenção cumpre o requisito previsto na subalínea i)
da alínea c) do n.º 1 da RCM, porquanto tem ao seu serviço
79 % dos trabalhadores do setor de atividade, no âmbito
geográfico, pessoal e profissional de aplicação pretendido
na extensão.
Considerando que a convenção atualiza a tabela salarial
e que importa ter em conta os seus efeitos no emprego e
na competitividade das empresas do setor, procedeu -se
ao estudo de avaliação do impacto da extensão da tabela
salarial em vigor. Segundo os Quadros de Pessoal de 2012
a atualização das retribuições efetivas dos trabalhadores
por conta de outrem abrangidos pela presente extensão
representa um acréscimo nominal na ordem dos 4,7 %
na massa salarial do total dos trabalhadores por conta de
outrem abrangidos.
Atendendo, ainda, a que o contrato coletivo concretiza
uma revisão global da convenção anterior e regula diversas
condições de trabalho, procede -se à ressalva genérica de
cláusulas contrárias a normas legais imperativas.
Embora a convenção tenha área nacional, a extensão
de convenções coletivas nas Regiões Autónomas
compete aos respetivos Governos Regionais, pelo que
a presente extensão apenas é aplicável no território do
continente.
Foi publicado o aviso relativo ao projeto da presente
extensão no Boletim do Trabalho e Emprego, n.º 45, de 8 de
dezembro de 2014, ao qual deduziram oposição à sua emissão
a FEPCES — Federação Portuguesa dos Sindicatos do
Comércio, Escritórios e Serviços e o STAD — Sindicato
dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância,
Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas. Os oponentes
invocam a inaplicabilidade da portaria de extensão aos
trabalhadores por si representados, por força da existência
de convenção coletiva própria celebrada com as mesmas
associações de empregadores. O STAD invoca, ainda,
a existência de um processo de negociação para a revisão
da referida convenção, bem como motivos de ordem
económica, nomeadamente a diminuição da massa salarial
global dos trabalhadores do setor de atividade. Tendo
em consideração que assiste aos oponentes a defesa dos
direitos e interesses dos trabalhadores que representam
procede -se à exclusão do âmbito da extensão dos referidos
trabalhadores.
Nestes termos, ponderadas as circunstâncias sociais e
económicas justificativas da extensão, de acordo com o
n.º 2 do artigo 514.º do Código do Trabalho e observados os
critérios necessários para o alargamento das condições de
trabalho previstas em convenção coletiva, nomeadamente
o critério da representatividade previsto na subalínea i)
da alínea c) do n.º 1 da RCM, promove -se a extensão do
contrato coletivo em causa.
Assim:
Manda o Governo, pela Ministra da Administração Interna
e pelo Secretário de Estado do Emprego, ao abrigo
do artigo 514.º e do n.º 1 do artigo 516.º do Código do
Trabalho e da Resolução do Conselho de Ministros
n.º 90/2012, publicada no Diário da República, 1.ª série,
n.º 211, de 31 de outubro, alterada pela Resolução do
Conselho de Ministros n.º 43/2014, publicada no Diário
da República, 1.ª série, n.º 122, de 27 de junho de
2014, o seguinte:
Artigo 1.º


1 — As condições de trabalho constantes do contrato
coletivo entre a AES — Associação de Empresas de Segurança
e outra e a FETESE — Federação dos Sindicatos
da Indústria e Serviços e outro, publicado no Boletim do
Trabalho e Emprego, n.º 32, de 29 de agosto de 2014, são
estendidas no território do continente:
a) Às relações de trabalho entre empregadores não filiados
nas associações de empregadores outorgantes que se
dediquem às atividades de segurança privada e prevenção
e trabalhadores ao seu serviço das profissões e categorias
profissionais nele previstas;
b) Às relações de trabalho entre empregadores filiados
nas associações de empregadores outorgantes que prossigam
a atividade referida na alínea anterior, e trabalhadores
ao seu serviço das profissões e categorias profissionais nele
previstas, não representados pelas associações sindicais
outorgantes.
2 — Não são objeto de extensão as cláusulas contrárias
a normas legais imperativas.
3 — A presente extensão não se aplica a trabalhadores
filiados nos sindicatos representados pela FEPCES — Federação
Portuguesa dos Sindicatos do Comércio, Escritórios
e Serviços e trabalhadores filiados no STAD — Sindicato
dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância,
Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas.
Artigo 2.º
1 — A presente portaria entra em vigor no quinto dia
após a sua publicação no Diário da República.
2 — A tabela salarial e cláusulas de natureza pecuniária
previstas na convenção, em vigor, produzem efeitos a partir
do 1.º dia do mês da publicação da presente portaria.
A Ministra da Administração Interna, Anabela Maria
Pinto de Miranda Rodrigues, em 20 de março de
2015. — O Secretário de Estado do Emprego, Octávio
Félix de Oliveira, em 23 de março de 2015.

«UNIDOS NA LUTA»

sábado, 28 de março de 2015

Como tudo seria diferente,se na estática os vigilantes fossem unidos!!!

 Não é hora de desunião,mas sim de uma união ainda mais forte,mas como tudo seria diferente se na estática a luta fosse assim!!!


  A desculpa esfarrapada que estamos isolados,não cola,está gasta!!!!


A NOSSA GREVE ESTÁ A SER UM ÊXITO!
• CONTROLE (PROVISÓRIO) DA GREVE NO DIA 26, ÀS 10:00H
EXISTEM IMPORTANTES ADESÕES À GREVE!
REGIÃO
LOCAL DE TRABALHO
EMPRESA
ADESÃO
(percentagem)
LISBOA
TVAs (transporte de valores)
LOOMIS
90%
TVAs (transporte de valores)
ESEGUR
75%
TVAs (transporte de valores)
PROSEGUR
95%
P.I.R.
Piquetes de Intervenção Rápida
PROSEGUR
35%
TRATAMENTO DE VALORES
PROSEGUR
20%
METROPOLITANO LISBOA - ESTAÇÕES
GRUPO 8
40%
PORTO
TVAs (transporte de valores)
ESEGUR
75%
TVAs (transporte de valores)
LOOMIS
20%
FARO
TVAs (transporte de valores)
ESEGUR
100%
AEROPORTUÁRIOS DO AEROPORTO DE FARO
PROSEGUR
30%
VIGILANTES DO AEROPORTO DE FARO
SECURITAS
20%
TVAs (transporte de  valores)
PROSEGUR
50%
COIMBRA
TVAs (transporte de valores)
ESEGUR
40%
IMAGENS DOS PIQUETES DE GREVE NAS SEDES DAS EMPRESAS
FOTOS DA NOSSA UNIÃO E COMBATIVIDADE!

 Prosegur Lisboa

 
 
 
 

 A mostrar
 
 
 
 GREVE DOS TRABALHADORES DA VIGILÂNCIA PRIVADA
 

 
 
20FARO - GREVE DOS TRABALHADORES DA VIGILÂNCIA PRIVADA


LOMIS LISBOA - GREVE DOS TRABALHADORES DA VIGILÂNCIA PRIVADA
 A mostrar

«UNIDOS NA LUTA»

quinta-feira, 26 de março de 2015

A NOSSA GREVE PELO DIREITOS DOS VIGILANTES ESTÁ EM MARCHA







A NOSSA GREVE ESTÁ EM MARCHA,MESMO COM AMEAÇA DOS DONOS DISTO TUDO!!

 
 
GREVE DOS TRABALHADORES DA VIGILÂNCIA PRIVADA
 


PROSEGUR LISBOA -
 
 GREVE DOS TRABALHADORES DA VIGILÂNCIA PRIVADA
 
 

 
 GREVE DOS TRABALHADORES DA VIGILÂNCIA PRIVADA
 
 


«UNIDOS NA LUTA»

quinta-feira, 12 de março de 2015

Caducidade das convenções colectivas.


O que o governo nos quer vender é apenas «banha da cobra»têm sido a prática deste governo,em 4 anos de governo,mexeram profundamento no código do trabalho 3 vezes,sempre para pior!!!
Além disso foi ainda alterando cirúgicamente centenas de vezes a pedido do patronato aqui e ali!!

Caducidade das convenções colectivas
Para já não estão a ser avaliadas alterações, diz o Governo. Mas a lei já prevê uma reavaliação do regime de caducidade das convenções colectivas.
O secretário de Estado do Emprego afirmou hoje que "não estão a ser avaliadas quaisquer alterações legislativas" na área da contratação colectiva, indicando que "há necessidade sempre de alguma maturação" deste tipo de mudanças.
O tema já gerou críticas por parte dos credores internacionais, mas o Governo entende que não é preciso ir mais longe. "As regras que hoje estão vigentes" constam do memorando de entendimento e foram acertadas com a 'troika', salientou Octávio Oliveira.
No entanto, o governante admitiu que a legislação já prevê a discussão de uma nova redução dos períodos de sobrevigência e caducidade das convenções colectivas, acordos celebrados entre associações sindicais e patrões. "Na última alteração, foi previsto que no final de um ano seria feita uma análise e uma avaliação à matéria da caducidade e sobrevigência e portanto em devido tempo, estamos ainda a meio desse percurso, essa avaliação será feita". O diploma aponta para estas alterações até Setembro.
A CGTP teme que os patrões insistam na caducidade das convenções colectivas, para que possam depois reduzir direitos, nomeadamente ao nível salarial, dos trabalhadores que venham a ser contratados, afirmou Arménio Carlos.
A 'troika' insistiu sempre no tema da contratação colectiva e foi no âmbito do programa de ajustamento que o Governo começou por restringir a emissão de portarias de extensão, que alargam a todo um sector (ou a mais trabalhadores) as condições negociadas entre associações sindicais e patrões, incluindo os aumentos dos salários mínimos praticados em cada categoria profissional. De acordo com os parceiros sociais, esta restrição veio bloquear as negociações colectivas. O Governo acabou depois por suavizar as restrições à emissão de portarias de extensão, o que gerou críticas por parte das instituições internacionais.
O secretário de Estado do Emprego fez questão de sublinhar a "relativa dinamização" da contratação colectiva, indicando que foram publicados 161 Instrumentos de Regulamentação Colectiva de Trabalho em 2014, mais 66% face a 2013. Mas esta interpretação é rejeitada pela CGTP. É que o número de trabalhadores abrangidos por alterações em 2014 - 246 mil - está longe dos dois milhões de abrangidos nos anos 90, disse Arménio Carlos.
Já Octávio Oliveira entende que o caminho para a dinamização da contratação colectiva está a ser feito e que as medidas tomadas nesse sentido - como o desbloqueio de portarias de extensão ou os prazos de caducidade das convenções - continuarão a ter efeitos no futuro.
Os parceiros sociais também discutiram alterações aos fundos que servem para pagar parte das compensações por despedimento a trabalhadores contratados a partir de Outubro de 2013 mas o Governo remeteu conclusões para a próxima reunião, em Abril. Os patrões querem retirar da abrangência dos fundos os contratos até três meses, mas a UGT já disse que não está disposta a ir tão longe, embora aceite discutir a matéria.



«UNIDOS NA LUTA»