quarta-feira, 8 de abril de 2015

O roubo é geral,por isso a sindicalização é o caminho a seguir!!


O patronato aproveitou a boleia deste governo vergonhoso,e não cumpre as decisões do tribunal constitucional,até os jornalistas estão na luta para reaver o que lhes foi roubado!!

Os patrões só cumprem a lei quando ela lhes é favoravel


Jornalistas em greve pelo pagamento dos feriados
As redações do “Jornal de Notícias” e de “O Jogo” fizeram greve esta sexta-feira. A administração do Global Media Group não quer pagar o valor estabelecido no contrato coletivo de trabalho nos dias feriados. No Diário de Notícias, os jornalistas ameaçam seguir o mesmo caminho.
3 de Abril, 2015 - 22:49h
Empresa proprietária do DN, JN e O Jogo (Global Media Group) não paga aos jornalistas o que o contrato obriga nos dias feriados. Foto Thomas/Flickr
Segundo o Sindicato dos Jornalistas, esta sexta-feira a redação do Jornal de Notícias esteve reduzida a duas pessoas no Porto e outras duas em Lisboa. No caso do diário desportivo “O Jogo”, metade da redação do Porto fez greve enquanto em Lisboa apenas dois dos dez jornalistas estiveram a trabalhar.
O outro diário do Global Media Group, o “Diário de Notícias”, optou por não fazer greve e os trabalhadores apresentaram uma contraproposta. Como a administração só quer pagar 50% a mais nos dias feriados - em vez dos 200% e um dia de folga previstos no Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) — os jornalistas do DN propuseram aceitar os 50% acrescido de dois dias de folga por cada feriado, com efeitos retroativos. "Queremos, pelo menos, uma compensação em tempo. Se a administração até a esta contraproposta disser que não, aí então a reação da redacção será outra", explicou António Marujo à agência Lusa. A validade desta proposta é o feriado de 1 de maio. "Resolvemos dar mais tempo à administração, dada a situação que o jornal atravessa e apesar dos constrangimentos que têm afectado à redacção", acrescentou o jornalista.
Este conflito levou o Sindicato dos Jornalistas a emitir um pré-aviso de greve no início de abril ao trabalho em dias feriados e trabalho complementar. Em nota publicada no site, o Sindicato de Jornalistas “lamenta que empresas associadas da Associação Portuguesa de Imprensa, com quem está a negociar um novo CCT, tenham decidido unilateralmente não cumprir a lei. E reitera que, até à conclusão da negociação, o CCT actual mantém-se em vigor”.
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